SOBREVIVÊNCIA

Sem dúvida, no mundo atual em que vivemos, por meio das tecnologias que dispomos, contamos hoje com muitos benefícios que melhoram a vida das pessoas e empresas.

Com a advento da internet e facilidades de logística, a sociedade atual tem acesso a produtos e serviços que nunca se imaginava, de qualquer lugar do país ou do mundo.

A todo instante, novos produtos são criados para satisfazer as necessidades que vão surgindo.

E, diante do conforto e facilidades que enfrentamos, fica claro que este processo é irreversível. O homem não vai mais regredir!

Porém, por outro lado, estão se acentuando as desigualdades entre pessoas, países e empresas. As diferenças estão crescendo de forma significativa e têm contribuído de maneira direta para o aumento da massa da pobreza, excluindo um número cada vez maior de pessoas.

O mundo tecnológico atual, de um lado, oferece oportunidades inéditas de prosperidade econômica. Pequenas empresas que jamais teriam chance se comparadas aos grandes monopólios, podem se destacar, crescer e conquistar, com poucos cliques, centenas de novos clientes no país e no mundo.

Mas, por outro, é cada vez mais exigente com relação ao “preparo de pessoas”.

O novo desafio que vivemos hoje não é mais um simples campeonato de bairro, ou da sua cidade. É  um verdadeiro campeonato sul-americano, ou mesmo uma olimpíada mundial.

Aqueles clientes que você atende em seu bairro ou em sua cidade podem estar sendo invadidos ou persuadidos por produtos de outra cidade, outro Estado, ou até mesmo, outro continente.

Muitos dizem que “a tecnologia é a vilã da história”, já que a máquina pode substituir o homem, ocupando espaços antes ocupados por ele e provocando o desemprego estrutural.

Mas devemos enxergar um outro lado: não é a máquina que tira o trabalho do homem, tendo em vista que o homem já vinha trabalhando como uma máquina: apertando parafusos, oito horas por dia, durante a vida inteira. Depreende-se, então, que o avanço da tecnologia nem sempre exige maior qualificação da mão-de-obra.

Em um mundo onde a mudança ocorre na “velocidade da luz”, surge a necessidade de a informação e a tecnologia serem utilizadas para obterem vantagem. É preciso ter em mente que o desenvolvimento tecnológico e as contínuas inovações proporcionam maior produtividade, melhor qualidade de trabalho para você e seus colaboradores e, consequentemente, consegue ofertar produtos melhores e mais baratos.

Sabemos que há grandes desafios e muitas dúvidas pairam em nossas mentes: como enfrentar competidores globais; como investir em novos produtos/ serviços; com quem fazer novas alianças e parcerias estratégicas; como comportar-se na era das redes..

E estas mudanças não se restringem apenas aos aspectos organizacionais e tecnológicos, mas sobretudo nos aspectos culturais e na mentalidade dos empreendedores.

É preciso sair da caixinha, começar a trabalhar de forma mais eficiente, para alavancar sua empresa frente à concorrência.

Esta mudança garantirá não só a sobrevivência da empresa, mas garantirá um mundo melhor, e mais feliz, para aqueles que consumirão seus produtos e serviços. 

O empreendedor tem mais do que uma responsabilidade com a sociedade: tem a obrigação de ser próspero!

LIBERDADE

Liberdade pode ser dita de muitos modos: liberdade do querer, do fazer, da autonomia, participação política, direito de ter e ser.

Liberdade é condição daquele que é livre, é capacidade de agir por si mesmo. É, para alguns, sinônimo de autodeterminação, independência, autonomia.

liberdade é muito mais do que ‘ir e vir’, é a expressão genuína da essência e da felicidade humana.

Liberdade é o que todos os nossos pequenos empreendedores do Brasil precisam. Com mais liberdade se tem mais energia, mais disposição e mais criatividade para tornarem seus negócios grandes também.

Observamos que muitos dos pequenos empreendedores, principalmente os que estão iniciando suas jornadas, são escravos dos seus negócios. Negócios estes que sugam seu tempo, sua energia, sua vitalidade e felicidade de viver: não viajam, não possuem um tempo para a família, não têm tempo para cuidar da saúde e, muito menos, para cuidar da empresa. Trabalham 8, 10, 15 horas por dia apenas apagando incêndios.

Essa não é a função de um verdadeiro empreendedor. Um empreendedor precisa sim ter paixão pelo seu negócio, dispender horas de energia e dedicação em sua empresa. Mas precisa ter em mente que a criatividade e iluminação, os famosos ‘insight´s’, que levarão seu negócio mais longe, vêm nos momentos de paz, nas horas de descanso e lazer com sua família.

Um empreendedor precisa ter em mente que cria um “filho” e não um “cachorro”:

Para um filho, você dedica horas de tempo, amor, sabedoria, transfere todos seus valores e princípios para que, futuramente, ele crie asas e consiga voar sozinho sem você.

Já um cachorro, por mais que se dedique, trabalhe, fique horas sem dormir, jamais viverá sozinho sem a sua presença.

Apagar incêndios é inevitável. Mas para dar ‘asas’ à sua empresa precisa dedicar tempo, amor e sabedoria, criando métodosprocessos e leis que farão sua empresa voar cada vez mais longe sem você.

Nós da ELFEM desejamos e trabalhamos, incansavelmente, para que isso torne-se realidade no seu negócio!

“Crédito de Impostos”: pode ter uma mina de ouro em sua empresa e você não saiba

Sempre notamos que muitas empresas não se preocupam tanto com este item.

Mas fique sabendo pode ter haver uma Mina de ouro escondida e não sabe.

Dinheiro que pode estar parado em seu ativo ou simplesmente indo pelo “ralo” mesmo, pois você não dá a devida atenção a ele.

Existem consultorias específicas que trabalham exclusivamente “garimpando” créditos. Analisam toda a movimentação da empresa nos últimos 5 anos: financeira, de serviços, balancetes, razões, extratos bancários e fazem o cruzamento de dados e apurações.

Podemos afirmar com precisão que nunca vimos, realizando alguma dessas auditorias, créditos que não fossem encontrados. Sempre há um crédito ou outro ficou para trás, por mais organizada que a empresa seja.

Principalmente se depender de “lembrança” ou ‘esforço manual’ dos colaboradores. Aquele famoso “esqueci”.

Citemos alguns créditos que as empresas mais perdem em seus processos do dia a dia:

  • Créditos de Devoluções

Esse aqui é certeiro. Parece básico, mas não é. Para demonstrar a complexidade, iremos ainda desmembrar esse crédito em outros dois:

-Devoluções de Compras: Quando devolve compra para revenda é fácil, mas quando devolve uso/consumo ou compra com ST?! A maioria não lembra de estornar o débito na escrita.

-Devoluções de Venda: Mercadorias vendidas para fora do Estado a CONSUMIDOR FINAL são tributadas pelo DIFAL. As maiorias das empresas se esquecem de apropriar desse valor de DIFAL recolhido (tanto ao Estado de Destino quanto ao de Origem). Controlar o imposto destacado em nota é fácil, mas esse não está tão explícito assim.

  • Créditos de Remessas/retornos de mercadorias

Grande parte das remessas de mercadorias, quando possuem um retorno posterior, não possuem débito do ICMS. Mas em algumas situações sim: quando feitas para fora do Estado, ou quando não amparados por algum benefício.

Neste sentido, todos os retornos que tiveram débitos nas saídas podem ter seus impostos reapropriados.

Em uma operação específica o valor parece pequeno, mas somando-se todas essas operações que ocorrem ao longo do ano, estes valores você poderiam estarem sendo empregados para o pagamento de um de seus funcionários, por exemplo.

Fique de olho em seus empréstimos, consignações, remessas de imobilizado, demonstrações, amostras, etc.

  • Depreciações

Podemos ter crédito de impostos nas depreciações também, quando os bens objetos delas estiverem ligadas à atividade da empresa. Aqui também temos valores lutuosos se a empresa possuir um imobilizado elevado (Teremos uma dica específica desse item futuramente. Fique ligado em nossos e-mails!).

  • Compras para Industrialização/Consumo sujeitas à ST

Este aqui é outro item que as empresas mais pecam, por não estar tão claro assim nas notas de aquisições.

Compras para industrialização ou consumo NÃO podem sofrer a retenção da ST (a não ser em raros casos). Mas, se houver, a empresa pode se apropriar desse valor retido, utilizando este para abater no valor a recolher.

Muitas vezes, faz-se necessário que a empresa entre em contato com seu fornecedor e EXIJA o destaque desse ST para que possa fazer a apropriação.

  • Retenção de IR/INSS/PIS/COFINS/CSLL

Outro item que as empresas dão pouca atenção.

É impressionante, mas é muito comum, infelizmente, vermos empresas que até hoje pagam impostos em duplicidade.

A  falta de controle nos setores das empresas é algo alarmante: faturam, sofrem as retenções e, ao final do período, promovem o recolhimento novamente; empresas obrigadas a descontar de seus recebimentos o INSS, mas ao final do período recolhem esta contribuição integralmente sobre os salários; empresas retenção de IR sobre aplicações financeiras, sem computá-las em ‘antecipações’ para abater do IR à recolher trimestralmente. O amadorismo nos controles é preocupante, seja pela ausência de recursos de sistemas, processos ou falta de interação entre os setores/contador.

Estamos falando aqui de empresas que possuem um mínimo de controles e sistemas. Agora se a empresa for desorganizada e não possuir processos internos definidos…aí meu amigo, tem é um duto da ITAIPU aberto nesta empresa!

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