3 Dicas de Ouro para Empresários que Desejam Construir um Legado Patrimonial

Se você é empresário, sabe que empreender no Brasil já é, por si só, um grande desafio. Agora, imagine conquistar um patrimônio sólido e ainda conseguir mantê-lo seguro para as próximas gerações. A boa notícia? É totalmente possível — com planejamento, estratégia e as escolhas certas.

A seguir, você confere 3 dicas de ouro que todo empresário precisa saber para construir e proteger seu legado.

Prefere assistir em vez de ler? Tem um vídeo meu explicando tudo de forma prática. Olha só:

1. Use a Lei a Seu Favor: Pague Menos Impostos de Forma Legal

Adquirir bens como imóveis, terrenos e até mesmo aquela casa dos sonhos pode parecer algo distante. Mas não precisa ser.
A chave está no planejamento patrimonial inteligente.

Poucos empresários sabem que existem recursos legais escondidos nas brechas da legislação que permitem uma economia significativa na carga tributária — especialmente em operações de compra de imóveis ou transferência de patrimônio.

? Isso não é mágica. É estratégia.
E é aqui que entram os chamados “planejamentos de privilégios”. Eles organizam sua movimentação patrimonial para que você pague menos impostos sem sair da legalidade.

2. Proteja Seu Patrimônio Como se Fosse um Cofre de Ouro

Grandes empresários sabem: o que está ótimo hoje, pode não estar amanhã.
Imprevistos como crises econômicas, mudanças de mercado ou até mesmo uma nova pandemia podem colocar tudo a perder.

Por isso, blindar o patrimônio é indispensável.

Criar estruturas jurídicas que separam o seu CPF do seu CNPJ e resguardam os seus bens pessoais, é o que vai garantir tranquilidade mesmo em tempos turbulentos.
Pense nisso como um seguro invisível, mas extremamente eficaz.3. Sem Sucessão Planejada, Até 40% do Seu Patrimônio Pode Sumir

Você trabalhou a vida toda, criou uma empresa de sucesso, acumulou bens, gerou empregos… E no fim, quer deixar tudo isso como legado, certo?

Mas aqui vai um alerta:
Se você não planejar a sucessão patrimonial, sua família pode perder até 40% de tudo o que você construiu, por conta de impostos e custos judiciais.

? Não espere a hora chegar para pensar nisso.
Um bom planejamento sucessório garante que o seu legado continue vivo e bem cuidado por quem você ama.

Seu Legado Começa Hoje

Essas 3 dicas são o ponto de partida para qualquer empresário que leva a sério a missão de construir um legado duradouro e seguro.

Na Elfem Consultoria, estamos aqui para caminhar com você nessa jornada.
Fale com a nossa equipe e descubra como proteger, organizar e expandir o que você já construiu.

Desbravando as Obrigações Fiscais de 2024: Um Guia Completo para Empresas.

À medida que adentramos o ano de 2024, é crucial que as empresas estejam totalmente informadas sobre as obrigações fiscais que se apresentam. Neste artigo, exploraremos os principais aspectos que demandam atenção para garantir uma gestão fiscal sólida.

Legislação Atualizada:
Fique por dentro das últimas mudanças legislativas. Manter-se atualizado é essencial para garantir conformidade e evitar surpresas desagradáveis.

  1. Compromissos Contábeis:
    Planejamento contábil é a chave. Antecipe-se às demandas contábeis de 2024, garantindo uma contabilidade organizada e eficiente.
  2. Agenda Tributária:
    Conheça os prazos. Uma gestão eficaz envolve o cumprimento atempado das obrigações tributárias. Esteja ciente das datas-chave para evitar multas desnecessárias.
  3. Estratégias Fiscais Inteligentes:
    Explore oportunidades fiscais. Entender as nuances do sistema fiscal pode abrir portas para estratégias que otimizam a carga tributária da sua empresa.
  4. Parceria com Profissionais:
    Considere contratar especialistas. Um escritório de contabilidade confiável pode ser um aliado crucial para enfrentar desafios fiscais com segurança.

À medida que enfrentamos um novo ano, abraçar proativamente essas obrigações fiscais não apenas assegura conformidade legal, mas também estabelece as bases para o crescimento sustentável. Prepare-se para um ano fiscal de sucesso!

Acompanhe a tabela e conheça as suas obrigações tributárias para o primeiro mês do ano:

Agenda tributária janeiro de 2024 Pessoas Jurídicas:

Data de ApresentaçãoDeclarações, Demonstrativos e Documentos de Interesse Principal das Pessoas JurídicasPeríodo de Apuração
10Envio, pelo Município, da relação de todos os alvarás para construção civil e documentos de habite-se concedidos.1º a 31/dezembro/2023
15DCTFWeb – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Previdenciários e de Outras Entidades e FundosDezembro/2023
15EFD – Contribuições – Escrituração Fiscal Digital das Contribuições incidentes sobre a Receita. – Contribuição para o PIS/Pasep e à Cofins – Pessoas Jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda. – Contribuição Previdenciária sobre a Receita – Pessoas Jurídicas que desenvolvam as atividades relacionadas nos arts. 7º e 8º da Lei nº 12.546, de 2011. (Consulte a Instrução Normativa RFB nº 1.252, de 1º de março de 2012)Novembro/2023
15EFD-Reinf – Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais (Consulte a Instrução Normativa RFB nº 2.043, de 12 de agosto de 2021)Dezembro/2023
22PGDAS-D – Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples NacionalDezembro/2023
22DCTF Mensal – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais – MensalNovembro/2023
31DME – Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em EspécieDezembro/2023
31DOI – Declaração sobre Operações ImobiliáriasDezembro/2023
31Opção pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional———————-
31Opção pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (SIMEI) pelo Microempreendedor Individual (MEI)———————-

Agenda tributária janeiro de 2024 Pessoas Físicas:

Data de ApresentaçãoDeclarações, Demonstrativos e Documentos de Interesse Principal das Pessoas FísicasPeríodo de Apuração
31DME – Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em espécieDezembro/2023
31DOI – Declaração sobre Operações ImobiliáriasDezembro/2023

Pix pode tirar milhares de MEIs do Simples Nacional

Atualmente, o Pix é o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros, principalmente microempreendedores individuais (MEIs), segundo um levantamento realizado pela plataforma Maismei. Segundo o estudo, 93% deste público utilizam a modalidade para receber e pagar valores.

A sua extrema facilidade de uso, somada à rapidez nas transações, estão entre as maiores vantagens do Pix. Porém, muitos não sabem, mas existe o risco dessas pessoas simplesmente perderem o seu status no Simples Nacional, que estipula um faturamento limite de até R$ 81 mil ao ano para quem é MEI.

Segundo especialistas, as informações do Pix são usadas pela Receita Federal para descobrir se os MEIs estão burlando o fisco, funcionando como uma espécie de controle de valores. Tal processo é feito pelo Convênio ICMS 166, que obriga bancos e demais organizações a fornecerem a Declaração de Informações de Meio de Pagamento (Daimp).

Por sua vez, essa documentação detalha para o “Leão” todas as entradas e saídas das contas relacionadas a um CNPJ, e as movimentações feitas por Pix também se incluem nisso. E como muitos acabam não emitindo nota, acham que estão livres da Receita, mas isso é apenas uma ilusão que pode custar bem caro.

O que pode acontecer?

Segundo Káyla Caetano, head de Contabilidade da plataforma MaisMei, vários MEIs estão começando a receber notificações da Receita Federal sobre cobranças. De acordo com ela, isso pode gerar multas altíssimas para o indivíduo, além do desenquadramento da categoria.

Káyla esclarece:

“Esse cruzamento das informações afeta todos os MEIs, ainda que não inscritos no cadastro de contribuintes do ICMS. Ou seja, ele abrange também quem é prestador de serviços. Como a legislação não obriga o MEI a ter conta bancária específica para Pessoa Jurídica, a Receita Federal entende que todas as transações realizadas nas contas Pessoa Física e Pessoa Jurídica estão relacionadas àquele CNPJ. Ou seja, mesmo as entradas recebidas no seu CPF são consideradas como faturamento da empresa, o que, dependendo do caso, pode ultrapassar o limite de R$ 81 mil por ano e resultar no desenquadramento do microempreendedor individual.”

O artesão Nonato Gomes, de 48 anos, foi um destes casos dos que acabaram caindo nas “garras” da Receita Federal surpreendentemente. Quando recebeu uma notificação, nem imaginava do tamanho do problema o qual iria enfrentar.

Como muitas pessoas, Nonato possui uma conta de PJ (Pessoa Jurídica), na qual ele recebe os valores pelos seus serviços. Porém, no mesmo local, ele também recebe outras transferências financeiras da sua esposa, para ajudá-lo com despesas cotidianas como água, luz e alimentação. Foi isso que o levou a ser convocado para prestar contas.

Sobre o caso, Nonato revela:

“Eu produzo bolsas, pulseiras, cintos, casacos e outras mercadorias de couro. Vendo a maior parte pela internet e meu faturamento está longe de chegar a R$ 81 mil por ano. Quando recebi a notificação da Receita, levei um susto. O problema é que nessa conta PJ também recebo transferências da minha mulher para pagamento de despesas da casa, já que ela é professora e vive correndo de uma escola para outra. Foi nessa que me dei mal. Além disso, nem sempre emito nota fiscal, pois são vendas feitas em feiras de artesanato, e as pessoas não costumam pedir.”

Para Káyla, a melhor forma de evitar essa situação extremamente desagradável é sempre separar as contas de Pessoa Física e Jurídica. Isso é importante para que os valores não se misturem e gerem uma confusão deste tipo. Além disso, ao separar as contas, o profissional economiza tempo e ganha mais transparência nas suas finanças.

Para evitar problemas, Káyla sugere:

“Sempre orientamos nossos MEIs para que eles separem as contas de Pessoa Jurídica da Pessoa Física, além de movimentarem em suas contas bancárias PJ somente as operações da empresa, cumprindo, assim, o princípio da Entidade, Resolução CFC 750/93, Seção I, Art. 4º.”

Fonte: Capitalist