4 Dicas para Micro e Pequenas Empresas economizarem em 2022

O ano começa e junto com ele, as contas. Aliás, vai ano e vem ano e elas nunca acabam. Pra quem é micro e pequeno empreendedor essa realidade é dura no Brasil. E quem mostra isso é a 12ª edição da pesquisa O Impacto da Pandemia de corona vírus nos Pequenos Negócios realizada pelo Sebrae em parceria com a FGV no segundo semestre de 2021, que mostrou que no último ano, 65% das empresas estão endividadas e 31% inadimplentes. Isso mostra que manter as finanças em dia não é fácil e, além de ter que dar conta de folha de pagamentos, impostos, fatores como combustível, mercadorias, aluguel e energia mais caros impactam 90% dos negócios, segundo levantou a pesquisa.

E numa época que é preciso retomar o crescimento, economizar passa a ser regra. Por isso, listamos 4 dicas simples para repensar o seu modelo de negócio e atravessar um ano sem muitas batalhas e com dinheiro no bolso. Confira:

Economize nos insumos

Quem não sonha em ter uma conta de luz mais barata, não é mesmo? Sobretudo neste último ano, em que o país atravessa uma crise energética nunca antes vista e sentida no bolso do brasileiro. Pois você sabia que desde 2012, uma modalidade autorizada pela Aneel pode ajudar você a reduzir esse custo? Isso mesmo. Sancionada recentemente, a lei que estabelece o marco regulatório da Geração Distribuída autoriza que todo consumidor possa ser também um produtor de energia. OS painéis solares estão aí para comprovar. Mas o que é preciso destacar é que existem também alternativas que não exigem tanto investimento – como é o caso do painel solar, que demora uma média de dois anos para reverter o alto custo.

É o modelo de gestão compartilhada realizada, por exemplo, pela Gedisa Energia, empresa do Grupo Ergon, que hoje possui mais de mil clientes no sul do país e em breve expandirá atuação para o sudeste. O que a Gedisa faz é facilitar para micro e pequenos empreendedores e, de quebra, garantir até 20% de desconto mensalmente na conta de luz. Não é preciso investimento nenhum, nem instalação de nada. Basta aderir aos planos e receber o desconto no final do mês.

“Para se ter uma ideia, o consumo de luz no nosso restaurante chega a 9 mil por mês. Esse é um valor muito difícil para manter mensalmente com a realidade que temos atualmente. Com esse modelo a gente consegue reduzir uma média de R$ 1 mil, que faz uma diferença para a gente”, conta Diego Fernando de Souza, gerente da churrascaria La Ventura, em Curitiba, que é cliente da Gedisa. Ainda, para estabelecimentos como o do Diego, na área da gastronomia que ainda dependem do preço do gás, o grupo Ergon, holding mantenedora da Gedisa, possui a Gaslog, empresa que oferece GLP. Empresas que oferecem serviços “casados” sempre garantem bons descontos.

Aposte na tecnologia

Pra quem ainda torce o nariz quando se fala em uso de softwares nas esferas mais simples da vida de uma empresa, temos uma péssima notícia. Vai ter que ser na força do ranço mesmo. O uso de softwares que envolvam todos os departamentos, como os processos de vendas, financeiro, gestão de equipes, entre outras, pode ser uma grande aliada na economia. Isso porque elas geram avaliações precisas e ajudam a otimizar processos e eliminar retrabalhos. Ainda, o uso dessas ferramentas aumentam a produtividade e, inclusive ajudam a identificar maneiras de economizar. Hoje, muitas ferramentas de gestão possuem, inclusive, módulos gratuitos, como é o caso do Trello, Runrun, Pipefy, entra várias outras.

Home Office

Se o seu negócio permite e você ainda não aderiu ao home office está esperando o quê? A pandemia trouxe o novo modelo como uma opção real, e muitas empresas viram que a produtividade não está diretamente relacionado a um espaço físico. Além disso, com o regime de trabalho em casa, é possível economizar com aluguel, internet e muitas outras despesas fixas. E de quebra ainda dá pra dar uma ajuda de custo legal para os funcionários. Para quem não está acostumado, é possível estabelecer um regime híbrido, com reuniões presenciais ou alternando equipes presenciais e remotas. Nesse momento, contar com uma sala em um coworking ou ainda compartilhar um escritório pode ser uma saída coveniente.

Atendimento ao cliente

Esse talvez seja o ponto principal. E aqui a dica é não economizar. Até porque para atender bem seus clientes dificilmente vai ser necessário investir dinheiro. Basta compromisso, atenção e disposição. O atendimento ao cliente não deve, sob hipótese nenhuma, ser afetado por qualquer crise. Afinal, são os clientes que mantêm o negócio girando e é por eles que as empresas existem. Por isso, é preciso estar atento a esse ponto diariamente.

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Conheça os 3 benefícios do ressarcimento de ICMS.

Conheça os 3 benefícios para pedir já o ressarcimento de ICMS na sua empresa.

Há 4 ou 5 anos atrás era comum ouvirmos frases do tipo:

“Se eu pedir ressarcimento serei fiscalizado..”

“Nem perderei meu tempo, o Estado nunca devolve qualquer imposto..”

“Até meu pedido ser avaliado, já não estarei mais neste planeta..”

Pensamentos como estes eram comuns na maioria dos empresários. Mas saiba que esta mentalidade está mudando e cada vez mais empresários e contadores entendem a importância desta atitude. Mais do que uma necessidade, é uma questão de SOBREVEIVÊNCIA do negócio!

Diante de algumas crises que viemos enfrentando no decorrer dos últimos anos, com queda no faturamento e inflação altíssima, a redução de custos e busca por “caixa” para honrar os compromissos se tornaram primordiais para sobrevivência do negócio.

Atrelado a isso, nossa mãe “tecnologia” veio para facilitar todo esse processo. Não só para nós, mas até mesmo para os fiscais dos Estados que avaliam tais pedidos.

Com o advento da internet, da robotização e do cruzamento de informações, pedidos que antes demoraravam anos para sair, estão sendo processados agora em meses, ou até mesmo dias.

Fazendo com que você possa utilizar deste recurso para pagamento de impostos mensais, ou até mesmo ‘vender’ esse crédito, para honrar outros compromissos como salários, fornecedores, alugueis, etc..

Portanto, se ainda não pensou nesse assunto, fique ligado nas três dicas que falaremos a seguir. Desejamos que mude sua mentalidade e faça jus aos seus direitos:

1 – Melhora o Fluxo de Caixa

Como já falado anteriormente, essa prática pode melhorar, e muito, o caixa da sua empresa. Além de poder usar esse crédito para abater os impostos do mês(fazendo com que sobre recursos para honrar outros compromissos), você pode ainda ‘vender’ esse crédito a outras empresas. Tudo isso faz com que seu caixa fique mais ‘gordinho’.

Mas, o que considero ainda mais importante neste quesito é: esse valor não se restringe somente ao mês atual. Você pode apurar valores de meses anteriores, ou até mesmo de anos anteriores. Bastando ter um bom sistema que faça esse trabalho para você.

Já imaginou poder sacar uma “poupança acumulada” que nem sabia que existia

O problema é que, a cada dia que passa, não poderá mais sacar alguns valores dessa poupança. Uma vez que o Estado limita esse pedido há no máximo 5 anos.

2 – Aumenta os Lucros de sua empresa

Esse também é obvio! Se antes você pagava, digamos, 18% de ICMS e agora paga somente 12%. Claro que você terá mais lucro nas suas vendas!

Pois passou a pedir, 6% de volta de um imposto que já recolheu. Então, de cara, sua empresa terá 6% de lucro a mais no mês.

Mas, suplico ainda que faça a seguinte conta: calcule 6% sobre seu faturamento x 60 meses. Esse é o LUCRO que tem acumulado na “popança de sua empresa” que ate hoje não reivindicou e não sabe que existe. Pelo menos não sabia até agora!

3 – Fortalece sua empresa no mercado

E, por ultimo e não menos importante.. Aliás, para mim, esse é um dos benefícios ainda mais importante, pois trata da perpetuação da sua empresa: ao pedir imposto de volta você pode reduzir seus preços -> reduzindo seus preços consegue uma fatia maior do mercado -> com uma fatia maior do mercado sua empresa se fortalece perante a concorrência.

O uso de planejamentos fiscais atrelados a tecnologia não traz somente benefícios a curto prazo para um negócio. A principio, enxergamos somente aumento dos lucros e melhoria no caixa. Mas, o principal beneficio que considero são as consequências a longo prazo.

Você não criou uma empresa para funcionar somente um, dois, ou cinco anos. Tenho certeza que criou uma empresa para deixar um legado. Para sua família, seus filhos e netos. E essa é uma das estratégias que farão de sua empresa uma “rocha”. É lógico que não é único e exclusivamente isso que fará sua empresa ser bem sucedida no mercado. O mercado é uma arte! E quem acompanha nossos artigos e já leu nossos ebook´s sabe muito bem disso!

Precisa utilizar-se de estratégias para que sua empresa esteja em crescimento constante:
“Ou uma empresa cresce, ou então ela morre..”

E esse é um ditado conhecido desde que nosso mundo nasceu.

Pense nisso, faça jus a seu direito e fortaleça seu negócio!

Falamos aqui dos três beneficios que consideramos mais importantes nesta prática.

Se possui uma das empresas elencadas abaixo, entre em contato conosco, teremos o maior prazer em lhe atender!

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Contabilidade x Tecnologia

O que esta imagem tem haver com este artigo? Continue lendo e descubra..

Um dos principais desafios no ramo empresarial, principalmente, para os novos empreendedores, é aplicar o princípio da “continuidade”. Ou melhor, realmente dar continuidade a seus negócios, fazer com que sobrevivam por várias gerações e sejam realmente rentáveis.

O intuito principal, ao abrir um negócio, é a obtenção de lucros e crescimento de uma empresa. No entanto, percebemos que inúmeros empreendedores tem dificuldades em conseguir atingir essas metas:  de lucros e perpetuação da empresa.

Percebemos que uma das principais causas que impedem esses resultados é a ‘má gestão financeira’: mais do que vender, o empresário precisa estar atento a quanto está ‘ganhando’, precisa focar nos seus ‘Lucros de Fato’.

Apesar de muitos empresários acharem que: “basta comprar por 10 e vender por 15” que o lucro é garantido; não é bem assim!

Se fosse tão fácil assim, nenhuma empresa “quebrava” e não teríamos a estatística de que “60% das empresas que abrem, fecham”. Fecharam por que não deram lucro; fecharam pois não se focou no resultado, fecharam pois não gerenciaram seus gastos. Porquê vender essas empresas vendiam, só não vendiam o suficiente para cobrir seus custos, o que ocasionou em custos maiores que vendas (parece tão obvio!).

Diante deste cenário, falaremos aqui dos dois principais itens que você, empreendedor, precisa focar.

A primeira, e a mais importante, é aquela despesa explícita e que está diretamente ligada a obtenção das vendas: aquela mercadoria que você comprou por R$ 10,00, mas que na maioria das vezes não lhe custou somente R$ 10,00; pode ter lhe custado R$ 11,00, R$ 12,00, ou até R$ 15,00. E você, muitas vezes, nem sabe disso.

Despesas extras, e que estão ligadas a mercadoria que você compra, podem aumentar, significativamente, o custo do seu produto, como por exemplo:

  • O Frete
  • O imposto pago em compras de outros Estados (famoso DIFAL)
  • O imposto pago na venda
  • Os juros (se compra a prazo)
  • Taxas pagas a operadora de cartão
  • Comissões nas vendas
  • Despesas para refrigeração
  • O ‘custo de oportunidade’(se seu estoque fica parado por vários meses)

Somente após identificar todos esses gastos, que é possível saber EXATAMENTE quanto custou aquele produto para você e, somente assim, precificá-lo melhor. Ao agregar todas essas despesas, talvez chegaria na conclusão que, ao vender por R$ 15,00 estaria auferindo era prejuízo, ao invés de lucros.

Mas partiremos do pressuposto que agregou todas essas despesas e ainda assim teve lucro ao vender. Chamaremos esse lucro aqui de ‘LUCRO A’.

Continuando então nosso raciocínio. O ‘LUCRO A’ não é suficiente para sobrevivência de uma empresa. Além dos itens citados acima, após a obtenção dessa variável “lucro das vendas”, o empreendedor se depara com outra variável, que são as ‘Despesas Fixas’, ou, demais despesas “necessárias” para manutenção do negócio (independente se você está vendendo ou não): salários, telefone, aluguel, luz, água, juros pagos ao banco, entre outras. O lucro anterior, ‘LUCRO A’, tem que ser suficiente para cobrir esse “2° gasto” e ainda sobrar um resultado positivo. Este resultado final sim, que é o lucro da sua empresa, ‘LUCRO B’.

A questão é: seus controles que possuem hoje, são precisos para apurar corretamente este ‘LUCRO B’?

Diante dessa breve e simplificada explanação, tecnicamente, qual seria o papel da Contabilidade em fornecer informações que sejam úteis ao empreendedor para que ele consiga obter esse LUCRO B? E o que tudo isso tem a ver com a imagem publicada neste artigo? Sinceramente, tem tudo haver!

Uma boa assessoria contábil e financeira, vai identificar essas variáveis para você. Uma boa assessoria contábil não vai simplesmente levantar todos os cupons fiscais que emitiu no mês e dizer: “Seu imposto deste mês deu xxx!!”

Uma boa assessoria vai pegar todas essas informações, que veio registrando no decorrer do mês, organiza-las e traduzi-las a você. Essa assessoria precisa lhe demonstrar de uma forma clara e instantânea todo o cenário que acabamos de elencar acima. E lhe avisá-lo, com antecedência, caso algo fuja do controle. Muito antes de sua empresa ter qualquer “doença crônica“.

Informações preciosas tais como:

  • Montante de vendas no dia
  • Impostos incidentes
  • Lucro Bruto destas vendas (LUCRO A)
  • Despesas extras não previstas
  • Montante do LUCRO B(Lucro final da sua empresa)

Como se fosse um médico cuidando de seu paciente internado. A todo momento o médico precisa monitorar sua febre, batimentos cardíacos, pressão alta, entre vários outros. Pense se o médico deixasse para olhar seu paciente somente ao final do mês?? Ou somente ao final do ano?? Qual a chance de seu paciente sobreviver se algo sair errado neste intervalo?

Isso é o que acontece com empresas que quebram!! Somente após ‘vários meses’ que seus empresários “caem na real”. E todas essas empresas já vinham dando sinais de “febre”, “pressão alta”, “batimentos acelerados”, mas sinais estes que não foram vistos no tempo hábil.

E para que o empresário consiga acompanhar tudo isso com precisão, com rapidez e tomar decisões certeiras, a utilização de bons aparelhos também é fundamental. É necessário utilizar todos os recursos para manter esse paciente saudável.

Não basta ter apenas conhecimento, anos de faculdade e ‘feeling’ do negócio. É preciso usar também a tecnologia para tomar decisões mais eficazes, mais rápidas e imediatas. Ela está aí pra isso!

Mas é triste ver que inúmeros empreendedores, principalmente os que estão começando, e que não tem tanta ‘experiência’ assim com “hospitais”, acharem que com apenas um ‘estetoscópio’ e um ‘bisturi’, farão “milagres” em seus pacientes. Confiam no seu “taco”, no seu conhecimento e dispensam toda e qualquer ajuda, qualquer “aparelho”, que lhe são fornecidos. Aparelhos estes que poderiam prolongar a vida de seu paciente.

Vemos vários médicos perderem ótimas oportunidades, ótimos pacientes, que poderiam ter sido ótimos atletas mundiais, se tivessem oportunidades de tratamentos adequados.

A dificuldade que vemos no empreendedorismo brasileiro é fazer com que estes empresários encare os fatos, mudem suas crenças e hábitos em prol de uma vida melhor e mais saudável, não somente para seu paciente, sua empresa, mas para eles mesmos, como médicos.

Com ótimos aparelhos, e que hoje são todos conectados a internet, este empreendedor consegue monitorar seu paciente, ou “seus pacientes”, até mesmo de longe e dar as coordenadas para seus enfermeiros, caso algo fuja do controle.

E essa é visão que nossos ‘mirins empreendedores’ precisam ter: informatização turbinando sua administração. A tecnologia, aliada a seus estudos, seus conhecimentos e vivência, vai lhe permitir ter todo o controle da situação, sem te tornar escravo do seu negócio.

Mesmo que não esteja no hospital 24 horas por dia, você poderá estar cuidando, poderá estar criando um grande atleta; que pode até mesmo competir com “atletas multinacionais“.

Basta querer e utilizar todas as armas que lhe estão disponíveis.

Convido você a sair da “linha da sobrevivência” e alçar novos voos!

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