Conheça os principais desafios contábeis das empresas de logística

As empresas de logística são responsáveis por gerenciar toda a cadeia de suprimentos, desde o recebimento dos produtos até a entrega aos clientes. Esse setor é essencial para a economia do país, mas enfrenta diversos desafios contábeis que podem afetar a saúde financeira do negócio.

Neste artigo, vamos abordar os principais desafios contábeis enfrentados pelas empresas de logística. 

Controle de estoque

O controle de estoque é um dos principais desafios enfrentados pelas empresas de logística. É fundamental ter um sistema de gestão de estoque eficiente para evitar perdas e prejuízos financeiros. Além disso, a contagem do estoque deve ser realizada com frequência para garantir a integridade dos dados contábeis.

Tributação

A carga tributária a qual empresas de logística estão sujeitasé complexa e diversificada. Por isso é fundamental ter conhecimento sobre as obrigações fiscais e tributárias para evitar problemas com o fisco.

Controle de frotas

O controle de frotas é outro desafio enfrentado pelas empresas de logística. É fundamental ter um sistema de gestão de frota eficiente para reduzir custos e garantir a segurança dos veículos e dos motoristas.

Folha de pagamento

A folha de pagamento é um dos principais custos das empresas de logística. É fundamental ter um sistema de gestão de folha de pagamento eficiente para evitar erros e problemas com o fisco.

Conclusão

As empresas de logística enfrentam diversos desafios contábeis que podem afetar a saúde financeira do negócio. 

Com uma equipe de profissionais especializados em contabilidade para empresas de logística, está preparada para auxiliar seus clientes a enfrentar os principais desafios contábeis do setor. Desde o controle de estoque até a gestão de folha de pagamento, a empresa oferece soluções completas e personalizadas, que atendem às necessidades específicas de cada negócio.

Fonte: Contábeis

Minas Gerais registra em 2022 a maior participação no PIB brasileiro em 20 anos, mostra levantamento

O estado de Minas Gerais registrou, em 2022, 9,3% de participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, com volume de R$ 924,7 bilhões. De acordo com a Fundação João Pinheiro (FJP), responsável pelos dados, é a maior participação do estado nos últimos 20 anos.

Conforme o relatório divulgado na quinta-feira (16), o setor de serviços teve a maior participação, com 63,7% (R$ 521 bilhões) do total. Já a indústria responde por 28,9% (R$ 235,9 bilhões) e a agropecuária por 7,4% (R$ 60,7 bilhões).

Em 2021, a participação do estado no PIB nacional foi de 9,1%.

“A diferença de desempenho da agropecuária nacional para a mineira é um ponto de destaque, na minha opinião”, afirma Thiago Almeida, pesquisador da FJP, em entrevista à CNN.

“As quatro principais culturas — café arábica, cana, milho e soja — apresentaram um crescimento notável em Minas, enquanto, em âmbito nacional, foi um ano ruim para a safra de soja, principalmente puxado pela região sul do país.”

O especialista também destaca o setor de serviços, em especial em outros serviços e agregados.

“A pandemia causou uma demanda reprimida, em especial para bares e restaurantes, hospedagem, aluguel de carros… Todo esse conjunto teve um desempenho bastante positivo no ano”, explica.

Para Paulo Paiva, professor associado da Fundação Dom Cabral (FDC) e membro do Conselho de Política Econômica da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), chama atenção, também, para a internacionalização da economia mineira.

“Embora não seja um estado com acesso ao mar, Minas Gerais tem uma economia mais aberta que a média nacional. Temos uma participação nas exportações que chega a 15%, principalmente via commodities minerais e agrícolas. Além disso, também temos a indústria de transformação super aquecida”, diz ele.

Por causa disso, a atividade do estado depende “fundamentalmente” do que acontece fora do país, dado o grau de exposição ao mercado de commodities.

“Ainda assim, também dependemos muito do ambiente da economia brasileira. Não somos uma ilha de prosperidade dentro de um mar de turbulências.”

Segundo o pesquisador da FJP Raimundo Leal, no estado, ao longo do ano, a variação positiva do índice concentrou no segundo trimestre, tendo sido de 6,1%. O relatório da Fundação mostra que, no primeiro trimestre, a economia do estado teve leve alta de 0,5%, recuou 2,9% no terceiro e 2% no quarto.

Ainda que o resultado tenha sido negativo na série dessazonalizada no terceiro e no quarto trimestre de 2022, com o resultado favorável do segundo trimestre, na comparação dos últimos 12 meses com o acumulado no ano, houve crescimento de 3,5% no estado.

A economia brasileira registrou crescimento de 2,9% em 2022, impulsionada principalmente pelo setor de serviços, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No quarto trimestre, o indicador teve recuo de 0,2% em comparação com o período imediatamente anterior.

Fonte: CNN BRASIL

Operação da PF revela “consultoria contábil”

Que auxiliava profissionais a sonegarem e prejuízo chega a R$ 62 mi

Nesta terça-feira (7), a Polícia Federal (PF) e a Receita Federal do Brasil (RFB) atuaram juntas em mais uma operação no combate à prática de crimes de sonegação fiscal e estelionato, dessa vez envolvendo profissionais que alegavam ser da área financeira e contábil.

Nomeada de “Dark Book” (ou “livro escuro” em tradução livre), a investigação apurou fraude relacionada a retificações de despesas constantes de Livro-Caixa de profissionais liberais, com o intuito de obter restituições maiores indevidas do Imposto de renda da Pessoa Física (IRPF) .

De acordo com a PF, um suposto consultor financeiro e um profissional da contabilidade formavam uma “consultoria” para obter ilegalmente um valor maior a ser restituído pelo Leão ao contribuinte, e a estimativa do prejuízo é de R$ 62 milhões.

A Receita Federal fiscalizou os contribuintes que tiveram suas declarações retificadas e os autuou por não comprovarem as despesas declaradas. Esses contribuintes informaram que contrataram a “consultoria” para realizar a retificação e envio das declarações fraudulentas, mediante o pagamento de 20% dos valores recebidos indevidamente. 

Durante os trabalhos, identificou-se que a dupla também atuou junto a outras categorias profissionais. Foram empregados esforços para evitar o recebimento indevido de restituições. 

Os responsáveis pela “consultoria tributária” poderão responder judicialmente pelos crimes de estelionato e contra a ordem tributária. 

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, em Minas Gerais, expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal da Subseção Judiciária de Belo Horizonte. Participaram dez auditores-fiscais e analistas-tributários e 16 policiais federais. Além disso, o Poder Judiciário decretou o sequestro e o bloqueio de bens e valores dos envolvidos.

Fonte: Contabeis